E dentro de mim
A vontade silenciosa de gritar
O instinto que não consegue calar
Um coração que bate em fúria com medo do fim.
Como perder o que nunca tive?
O motivo do peito apertado
O pranto triste, corre pela face calado
O amor impossível que ainda vive.
Eu quero poder tocar
O que a distância separou
O que o destino aproximou
O que a imaginação quer fazer voar.
E mais uma vez em silêncio, suprimindo o desejo
Volto para dentro de mim, a me sufocar
Trancando os sonhos que querem se libertar
E fecham os olhos que pedem um beijo.
Mas são os lábios que não posso tocar,
O abraço que não pode envolver
O coração cansado, dentro do peito, pára de bater
E eu não consigo mais respirar
Destino me empurra pra frente, o caminho que segue
Os sonhos mais lindos, produtos da minha imaginação
A dura realidade que me pune sem perdão,
Se for pra viver sem você, então que a morte me leve.
Kelly Christine
14 de fev. de 2012
12 de fev. de 2012
Minhas Músicas Preciosas...[11]
Como uma música pode falar tanto sobre nós?
Independente do ritmo que ela tenha, sempre existirá aquela, que combina com aquele momento, com aquela pessoa, com tudo o que você quer dizer naquele momento, mas não consegue. Minhas Músicas Preciosas desse mês fala sobre um momento particular da minha vida, um que talvez eu não saiba bem como vai acabar, mas que estou vivendo passo a passo, degrau a degrau, tentando dar uma chance ao coração tão martirizado que agora já esboça um sorriso tímido, mas sincero. Bruno Mars como sempre, diz como todo o sentimento, exatamente o que quero dizer. Um rockeira assumidamente fã de Bruno Mars. É o meu coração querendo falar mais alto, sempre.
Entendam por que:
9 de fev. de 2012
O último desejo: Silêncio.
O que decidir da minha vida?
Eu escrevo, filosofo, poetizo
Sem nenhuma esperança desse inferno virar paraíso?
Viverei em eterno pesadelo?
Olhei tantas vezes pra dentro de mim
Partida de lado a lado
Tempestade sem fim
De volta ao começo
Flores murchas no jardim
Cultivado com tanta dor
Por que tem que ser assim?
Presta atenção aos detalhes:
Onde estão meus amigos?
Onde me refugio quando a dor me atormenta?
A quem confesso quando o coração não agüenta?
A poesia dá voz ao que o coração cala
Ver que tudo na verdade... se tornou um grande nada
As pedras no caminho, os desvios na estrada
Não me levaram a lugar algum.
Não tenho recanto
Queimo o rosto em lágrimas que ninguém há de ver
Sem esperança no amanhã
Contemplo o amanhecer
O que fazer da minha vida?
Queria sentir as flores que me velam
Esperança perdida
Dos sonhos que não mais esperam
Atendendo um único desejo, o último, é o fim
O silêncio que aconteceu
Não pulsa mais o coração atado em agonia dentro de mim
Anuncia notícia esperada: sim ela morreu
Outra dona terá as flores do jardim
Mais brilho que o destino prometeu
A alguém que mereça sorrir
Mais do que eu.
Kelly Christine
Eu escrevo, filosofo, poetizo
Sem nenhuma esperança desse inferno virar paraíso?
Viverei em eterno pesadelo?
Olhei tantas vezes pra dentro de mim
Partida de lado a lado
Tempestade sem fim
De volta ao começo
Flores murchas no jardim
Cultivado com tanta dor
Por que tem que ser assim?
Presta atenção aos detalhes:
Onde estão meus amigos?
Onde me refugio quando a dor me atormenta?
A quem confesso quando o coração não agüenta?
A poesia dá voz ao que o coração cala
Ver que tudo na verdade... se tornou um grande nada
As pedras no caminho, os desvios na estrada
Não me levaram a lugar algum.
Não tenho recanto
Queimo o rosto em lágrimas que ninguém há de ver
Sem esperança no amanhã
Contemplo o amanhecer
O que fazer da minha vida?
Queria sentir as flores que me velam
Esperança perdida
Dos sonhos que não mais esperam
Atendendo um único desejo, o último, é o fim
O silêncio que aconteceu
Não pulsa mais o coração atado em agonia dentro de mim
Anuncia notícia esperada: sim ela morreu
Outra dona terá as flores do jardim
Mais brilho que o destino prometeu
A alguém que mereça sorrir
Mais do que eu.
Kelly Christine
8 de fev. de 2012
Tristeza Marcada...
Uma pequena lágrima que cai
Como a chuva fina lá fora
Desesperada por sair, impossível segurar
Uma felicidade tão real, agora tão vazia.
Um pequeno erro
Tão fútil, tão desimportante...
Ao mesmo tempo tão dolorosamente surreal.
A tristeza que volta a ser constante.
Sempre digo:
Não prometa algo que jamais possa cumprir
Promessas não cumpridas, são apenas mentiras pra mim.
Por que ninguém me escuta?
Me dar razão é tão difícil assim?
Um calor que arrasa o corpo lá fora
O sol que domina
Não ameniza estar aqui dentro, a pensar
Deixar de sorrir, será que é minha sina?
Eu lutei tanto contra os sentimentos que me levaram até aqui,
A minha razão sabia que isso não iria durar,
Mas não dá pra vencer o amor que tudo domina.
Agora olha eu, mais uma vez...
Chorando por alguém que me magoou
Não adianta fugir, com o sorriso na face
Pensando que a tristeza te abandonou
Os dias tão coloridos, as noites tão estreladas chegaram ao seu fim
Aquela alegria que me invadia, só me iludiu
Colocando tanta cor ao meus sonhos, dentro de mim
Para me apresentar de novo ao vazio
Das palavras tão doces que faziam os dias mais felizes
Calaram-se no silêncio que me partiu.
Kelly Christine
5 de fev. de 2012
Um Barco Ao Mar...
Se eu reaprendi a sorrir,
Não deixei de abrir mão dos meus sonhos,
Não desisti.
Cada lágrima derramada,
Cada sofrimento,
Tudo valeu à pena,
Porque os caminhos me levaram a você.
Porque a vida foi tão cruel comigo
E agora... Piedade?
Não.
O destino cruzou os caminhos
De dois corações que sozinhos
Se partiram, enfraqueciam
Mas que juntos,
São invencíveis.
Que destino é esse?
Um barco ao mar
A maré que leva que um lado ao outro
A navegar
O vento que mudava toda hora de direção
Não te guiou no caminho
Te deixou sem direção
O destino que te lembra
O que você não quer esquecer
Que todas as tempestades, tristezas e receios
Me levaram até você.
Kelly Christine
Não deixei de abrir mão dos meus sonhos,
Não desisti.
Cada lágrima derramada,
Cada sofrimento,
Tudo valeu à pena,
Porque os caminhos me levaram a você.
Porque a vida foi tão cruel comigo
E agora... Piedade?
Não.
O destino cruzou os caminhos
De dois corações que sozinhos
Se partiram, enfraqueciam
Mas que juntos,
São invencíveis.
Que destino é esse?
Um barco ao mar
A maré que leva que um lado ao outro
A navegar
O vento que mudava toda hora de direção
Não te guiou no caminho
Te deixou sem direção
O destino que te lembra
O que você não quer esquecer
Que todas as tempestades, tristezas e receios
Me levaram até você.
Kelly Christine
4 de fev. de 2012
Era Outra Vez...
...E eu amando...
Outra Vez.
Sorrindo, me iludindo...
Outra Vez.
Sonhando acordada, viajando, imaginando...
Outra Vez.
Declarações soltas no ar, promessas do para sempre e infinito...
Outra Vez.
De repente, furacão, tormenta, discussão.
Outra Vez.
Brigas, sentimentos não-correspondidos.
Outra Vez.
Lágrimas ao vento, coração despedaçado...
Outra Vez.
Mentiras descobertas, traição, decepção.
Outra Vez.
Adeus, solidão, tristeza sem fim.
Outra Vez.
O sorriso que desaparece, a esperança que morre.
Outra Vez.
Coração que se fecha, sentimentos que se calam.
Outra Vez.
Tudo perdido, o olhar sem vida.
Outra Vez.
O amigo, que surge do nada...
Outra Vez.
A atenção, o carinho, a tentativa de me ver feliz...
Outra Vez.
Longos diálogos, apoio mútuo.
Outra Vez.
Dividindo os problemas, segurando as mãos para não cair.
Outra Vez.
O tempo passa e tudo muda...
Outra Vez.
Olhares trocados, algo que cresce sem percebemos...
Outra Vez.
Um apaixonado e a outra com medo de se envolver.
Outra Vez.
A insistência que move montanhas.
Outra Vez.
O coração que se abre, como flor que desabrocha...
Outra Vez.
Declarações soltas no ar, promessas do para sempre e infinito...
Outra Vez.
Sonhando acordada, viajando, imaginando...
Outra Vez.
Sorrindo, me iludindo...
Outra Vez.
E eu amando...
Outra Vez...
Kelly Christine

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