3 de ago. de 2011

Pena que Não Foi Real...

O sonho realizado.
Os problemas resolvidos.
O sorriso de ponta a ponta das orelhas.
Pena que não é real.
O amor correspondido
A pessoa certa, no momento certo
A família reunida com o calor do afeto
Pena que não é real.
Vencer a guerra pelo que se acredita
Quebrar as barreiras que te limitam
Isentar o mundo do ódio e do rancor
Pena que não é real.
Viver eternamente a alegria
Felicidade de verdade, não utópica
Deixar voar o que a imaginação deu asas
Pena que não é real
Ter você de volta
Feliz e para sempre meu
Apaixonado, carinhoso e lindo
Tudo que eu sempre sonhei
Durou apenas uma noite.
Que pena que não foi real...

Kelly Christine.

Se eu sonhei... você não precisava me acordar... com o grito da razão, nem com a realidade que fere.

A Lenda de Psiquê.

Não só os mortais sofrem por amor. Segundo a Mitologia Greco/Romana vários deuses e semideuses se entregaram a essa busca desenfreada por aquilo que chamamos de amor. Sofrimento, lutas, lágrimas. Só damos valor quando perdemos tudo. Por quê?
Confiram a lenda de Psiquê, uma das deusas com quem eu mais me identifiquei. Nessa história vi toda jornada que enfrentamos sempre: perder, lutar, vencer. Seria bom se todos nós tivéssemos a mesma determinação em busca do que acreditamos.


Psiquê era uma bela mortal por quem Eros, o deus do amor, se apaixonou. Tão bela que despertou a fúria de Afrodite(Venus), deusa da beleza e do amor, mãe de Eros - pois os homens deixavam de freqüentar seus templos para adorar uma simples mortal.
A deusa mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a se apaixonar pelo ser mais monstruoso existente. Mas, ao contrário do esperado, Eros acaba se apaixonando pela moça - acredita-se que tenha sido espetado acidentalmente por uma de suas próprias setas.
O rei, pai de Psiquê, cujo nome é desconhecido, preocupado com o fato de já ter casado duas de suas filhas, que nem de longe eram belas como Psiquê, quis saber a razão pela qual esta não conseguia encontrar um noivo. Consulta então o Oráculo de Apolo, que prevê, induzido por Eros (Cupido), ser o destino de sua filha casar com um ente monstruoso.
Não sabendo que se casaria com Eros, e acreditando estar casada com um monstro, pois o deus do amor não lhe aparecia e, quando estavam juntos, ficava invisível, Psiquê demonstrava felicidade, pois conhecera os prazeres do amor, nas mãos do próprio deus do amor. Este, por sua vez, não podia revelar sua identidade, pois assim, sua mãe descobriria que não cumprira suas ordens - e apesar disto, Psiquê amava o esposo, que a fizera prometer-lhe jamais tentaria descobrir seu rosto.
Sentindo saudades das irmãs, a bela jovem pediu para ir ao encontro delas. Diante da insistência da amada, Eros a advertiu da alma invejosa das mulheres.
As duas irmãs foram, enfim, levadas. Inicialmente demonstrando pena do triste destino da sua irmã, mas vendo-a feliz, com mais luxo e conforto que elas, foram sendo tomadas pela inveja. Descobriram então, que Psiquê nunca tinha visto a face do marido. Disseram ter ouvido falar que ela havia se casado com uma monstruosa serpente. Então lhe deram a idéia: à noite, quando este adormecesse, tomasse de uma lâmpada e uma faca: com uma mão iluminaria o seu rosto; com a outra, se fosse mesmo um monstro, o mataria.
Psiquê resistiu os conselhos das irmãs o quanto pôde, mas o efeito das palavras e a curiosidade da jovem tornaram-se fortes. Colocou o plano em execução: Após perceber que seu marido dormia, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e com a luz voltada ao rosto de seu esposo, pronta para matá-lo.
O que viu, surpreendeu Psiquê: admirada com a beleza de seu marido, deixou pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda - o lugar onde caiu o óleo fervente de imediato se transforma numa chaga: o Amor está ferido.
Percebendo a intenção da esposa, Eros se sente traído e foge, gritando repetidamente: “O amor não sobrevive sem confiança!”
Psiquê fica sozinha, aos prantos lamentando seu erro, no imenso palácio.
Precisa reconquistar o Amor perdido.
Eros voa pela janela e Psiquê tenta segui-lo, cai da janela e fica desmaiada no chão. Então o castelo desaparece. Psiquê volta para a casa dos pais, onde reencontra as irmãs invejosas, que fingem sofrerem as mesmas dores da irmã. Acreditam que o lindo Eros, solteiro, as aceitaria e seguem em direção ao belo palácio. Chamam por Zéfiro e, acreditando estar seguras pelo mordomo invisível, se jogam e caem no precipício.
Psiquê começa sua jornada durante noite e dia, sem descanso nem alimentação. Avista um belo templo no alto de uma montanha e acreditando encontrar lá seu amor, escalou a montanha. Ao chegar no topo, depara-se com montões de trigo, espigas de milho, cevada e ferramentas, todas misturadas e ela os separa e organiza. O templo pertencia à deusa Ceres (Deméter), grata pelo favor da bela moça, como retribuição lhe dá um conselho: para reconquistar o marido, primeiro ela precisaria conseguir o perdão da sogra

A Busca pelo Amor
Psiquê vaga pelo mundo, desesperada, até que resolve consultar-se num templo de Afrodite. A deusa, já ciente que foi enganada, e mantendo Eros sob seus cuidados, decide impor à uma sofrida Psiquê uma série de tarefas, na esperança que ela nunca conseguisse concluí-las ou sua beleza se desgastasse na tentativa de terminá-las.Foi então imposto a ela, quatro trabalhos:
OS GRÃOS: A princesa foi colocada num quarto onde uma montanha de grãos de diversos tipos tinha sido misturada. Psiquê devia separá-los, conforme cada tipo, no intervalo de uma noite. A jovem começou a trabalhar, mas, mal fizera alguns pequenos montes e adormece exausta. Durante seu sono, surgem milhares de formigas que, grão a grão, os separam do imenso monte e os reúnem conforme sua categoria. Ao acordar, Psiquê percebe que a tarefa fora cumprida dentro do prazo.
 A LÃ DE OURO: Afrodite pediu então, que a moça lhe trouxesse a lã de ouro do velocino de ouro. Após longa jornada, Psiquê encontra os ferozes animais, que não deixavam que deles se aproximassem. Uma voz surge de juncos num rio e a aconselha: ela deve procurar um espinheiro, junto a onde os carneiros bebem, e nas pontas dos espinhos recolher toda a lã que ficava presa. Cumprindo o que lhe foi dito, Psiquê realiza a tarefa, enfurecendo a deusa.
ÁGUA DA NASCENTE: Afrodite então lhe pede um pouco da suja água da nascente do Rio Estige. Mas a nova tarefa logo se revela impossível: o Estige nascia no uma alta montanha tão íngreme, que era impossível escalar. Levando um frasco em uma das mãos, a princesa cai na escarpa que se erguia à sua frente, quando as águias de Zeus surgem, tomando-lhe o frasco, voam com ele até o alto, e o enchem. O trabalho, mais uma vez, foi cumprido.
BELEZA DE PERSÉFONE: Afrodite percebeu que teria que dificultar ainda mais. Inventando que tinha perdido um pouco de sua beleza por cuidar do ferimento de Eros, pede a Psiquê que, no Reino dos Mortos (o País de Hades), pedisse à sua rainha, [Perséfone], um pouco de sua beleza. A deusa estava convencida de que ela não voltaria viva. A bela jovem vence mais uma vez. Convence Perséfone a encher uma caixa com sua beleza para a Deusa, porém quando está indo de volta a Afrodite, é traída pela própria vaidade. Imaginando que sua beleza havia se desgastado depois de tantos trabalhos, não resiste e resolve abrir a caixa. Cai em sono profundo. Eros, já recuperado de seu ferimento, vai ao socorro de sua amada, devolvendo o conteúdo para a caixa, despertando Psiquê. Ordena-lhe então que entregue a caixa à mãe dele.
Enquanto Psiquê entrega a caixa a Afrodite, Eros vai a Zeus e suplica que lhe ajude a ficar com a amada. Zeus concede esse pedido e consegue a concordância de Afrodite. Hermes leva então Psiquê ao Templo Celestial e Zeus a torna imortal. Juntos finalmente, Psiquê e Eros vivem a felicidade eterna.
Em grego "psiquê" significa tanto "borboleta" como "alma". Uma alegoria a imortalidade da alma, como a borboleta que depois de uma vida rastejante como lagarta, flutua na brisa do dia e torna-se um belo aspecto da primavera. É considerada a alma humana purificada pelos sofrimentos e preparada para gozar a pura e verdadeira felicidade.

1 de ago. de 2011

Volta Pra Mim?

É possível um grande amor se perder?
É possível deixar um sentimento desses morrer?
A razão cala, enquanto o coração quer gritar,
Transformando em dias, as horas que estão a te esperar.
Parece que foi ontem que se afastou de mim.
Parece que foi ontem, o começo do meu fim.
Os olhos, depois de tanto tempo, ainda continuam a chorar.
No peito humilde, aquele que bate e continua a te amar.
Memórias e pensamentos me questionam alguns porquês,
Por que o meu amor insiste em te querer?
Por que é por você que os meus sonhos teimam em fluir?
Por que continua sendo o motivo de ainda tentar sorrir?
Tu me deixaste com o coração na mão
Lágrimas nos olhos, esperanças ao chão
Sorriso perdido nas lembranças se desfaz
As promessas que ainda pedem o ‘nunca mais’.
O olhar que almeja tanto você por perto,
Enfrenta as dores, deixa o futuro incerto,
Esperança, um fio frágil rompido pelo silêncio das tuas palavras,
Que traem a confiança de quem enfrentou o frio de uma solitária jornada.
Um grito dentro do peito torna difícil respirar,
“Amo você! Volta pra mim? Deixa eu te amar?”
Deixa eu cuidar de você além do que o destino te prometeu
Deixa eu te mostrar que ninguém te ama mais do que eu
As palavras morrem na garganta, o pedido humilhado,
Os olhos desejando que você perceba, o que o coração grita calado,
Não há mais sonhos, nem esperanças,
Pequenos momentos se tornando grandes lembranças.
As pessoas me julgam, por me deixar levar demais pela emoção
Por eu sempre priorizar o meu coração
Aquele que te leva à ruína, só te traz sofrimento
Aquele que se sente Senhor do seu tempo.
Meus caros, enquanto houver vida em mim, o amor sempre vencerá.
Enquanto houver lágrimas e esperança, eu irei lutar!
Aqui dentro está, a alma de uma guerreira,
Que hoje quer de volta o impossível e tem a tristeza como companheira.
Não me importa o que as pessoas irão pensar,
Não importa a humilhação nem como irão me julgar,
Sei apenas como acabar com o fim do meu fim
O pedido humilde, do coração apaixonado que suplica: “VOLTA PRA MIM?”

Kelly Christine

30 de jul. de 2011

Você Venceu...

Você venceu.
O coração se partiu, mas ainda é seu.
As lágrimas não param de cair, ainda por sua causa
O mundo inteiro conspirou contra mim.
Eles venceram.
Lutei desenfreadamente pelos meus sonhos que morreram na praia.
Afogados em uma tristeza que eu sempre quis abandonar, mas não me deixava
E a esperança foi embora mais uma vez.
Eu perdi.
A voz,
O sono,
A alegria,
O sorriso.
Perder tudo seria válido, se entre esse tudo não estivesse você.
O sorriso morreu nos lábios,
Virou uma lembrança de um tempo tão remoto, perdido na minha memória.
Mais fácil ver os olhos vermelhos ardendo na tristeza que invade a alma,
Do que o brilho cintilante de um sorriso, que já não existe mais.

Que eu definhe no pó,
Que não sobre mais uma única lagrima para chorar,
Que eu sinta toda dor do mundo de uma vez, deixando o respirar insuportável,
Que eu jamais volte a sorrir novamente,

Tudo valeria a pena...
Se tivesse seu coração comigo de novo.

Dane-se o que o mundo pensa, ou o que as pessoas falam.
Amor não precisa de falas ou explicações. Precisa apenas de dois itens: eu... e você.

Mesmo depois de tudo, de toda dor, de tanta humilhação, tantas palavras mordazes que magoaram uma alma que só tinha o melhor a te oferecer...
...eu ainda te amo...
Você venceu.

Kelly Christine

27 de jul. de 2011

Mais Uma Vez...Solidão...

...É mais um nascer do dia,
Depois de tantas lágrimas, secas por suas próprias mãos,
As palavras fogem de você,
Sentimentos querem se esconder,
Mais uma vez solidão.
Não há tranqüilidade nem dor.
Não há paz no seu coração
As pessoas que falam, estão cumprindo um papel, imparciais,
Os dias agora tão iguais,
Mais uma vez solidão.
A música chorosa no rádio
Te lembra da mesma emoção.
O carinho para sempre esquecido,
O amor que fora perdido,
Mais uma vez solidão.
 Um pensamento perdido no nada,
Aceita mais uma vez a razão.
Sentimentos da menina-mulher,
Sumindo por um motivo qualquer,
Mais uma vez solidão.
A carência que se entrega a alma,
Tentando derreter o gelo no coração.
Queria defender o amor que não é pecado,
Queria apenas alguém ao seu lado,
Mais uma vez solidão.
A poesia que gritava ao peito,
Pedindo aos céus o divino perdão.
As ações renegavam o olhar,
Uma súplica desesperada para amar,
Mais uma vez solidão.
Aceito o destino triste que me escreveram,
Devolvo aos pedaços o coração.
Lutei pelos sonhos, que não lutaram por mim,
Assisti sem nada poder fazer, o meu próprio fim,
Mais uma vez solidão...

Kelly Christine

22 de jul. de 2011

Do Lado de Fora...

Eu precisei ser mãe para aprender o que era conceito de família. Vir de um núcleo desestruturado, sem alicerces nem afeto, me fez ser uma pessoa diferente em todos os sentidos, comportamental e emocional.
Às vezes me sinto uma péssima mãe.
Nunca me senti filha.
Travando lutas homéricas contra mim mesma, eu procurei seguir um caminho diferente do que os meus pais pregavam. Procurava no conforto dos amigos ou de algum namorado, o carinho e a atenção que eu não tinha em casa. Procurava me comprometer ao extremo, ser fiel, atenciosa, enfim, tudo o que eu jamais tinha aprendido dentro de casa, as pessoas me ensinavam fora dela. Me ensinavam o que era o carinho, o amor e também o que era a dor, a rejeição e a repulsa. Os dois lados da moeda eram mostrados, dois caminhos a serem seguidos. Restava-me saber qual lado eu gostaria de estar.
Escolhi o lado do afeto, por motivos óbvios. Só não sabia que seria o lado mais difícil de ser seguido.
Cheguei a um ponto da minha jornada que simplesmente não sei para onde e nem PORQUE tenho que seguir. Foram tantas decepções amorosas, tanta dor a troco de nada. A falta da liberdade, o excesso da frieza. Os amigos antes tão raros, agora completamente escassos. O que me liga ao mundo hoje é um teclado QWERTY e um monitor de 17 polegadas.
Isso não é vida.
Não ver sentido nas coisas, sentimentos nas pessoas nem razões para seguir é uma constante para mim nesses dias. Ver o meu filho e saber que o futuro dele depende do meu é um tanto desesperador. Saber que o dia de hoje foi idêntico ao de ontem e dificilmente será diferente do de amanhã também é.
Por que as coisas precisam ser tão difíceis?
Por que eu preciso aprender sobre a dor se já a conheço tão bem?
Por que é preciso sofrimento e lágrimas para realizar sonhos?
Por que ainda insisto em sonhar?
Milhares de perguntas bombardeiam minha cabeça, esperando inutilmente pela resposta. Acredito que morrerei e não conseguirei responder nem metade delas.
A realidade me agride e a virtualidade não me consola.
Ainda existe saída?
Enquanto houver uma lágrima, haverá sempre uma esperança.

Que venha o pranto então.

Kelly Christine

20 de jul. de 2011

LUDIBRIADA...

Quando escrevi que tudo havia partido, nada me disse
Quando viu lágrimas nos meus olhos, nada fez
Quando viu correr atrás do que acreditava, não olhou para trás
Quando desisti, não se importou
O amor que não é cuidado com dedicação e afeto
Como uma simples flor
Definha... Murcha... E morre.
O coração que pulsava sincero, cheio de carinho, parou de bater.
O amor, tão frágil e ao mesmo tempo tão lutador, admitiu a derrota e se calou.
As lágrimas tão dolorosas, que caiam por terra, sem pretensão de deixarem os meus olhos, secaram.
O olhar, que almejava apenas o futuro ao seu lado, o desejo radiante de te querer perto, voltou para as sombras.
Os sonhos construídos em torno de castelos de areia, junto com ela se desfizeram.
Nada restou.
Continuar a vida, seguir em frente
Sem perspectiva, sem objetivo
Sentar no chão e ver a vida passar simplesmente.
Não desejo mais nada desse mundo,
Nem pessoas
Nem objetos
Nem sentimentos.
Queria ser agora apenas alguém invisível. Muitas vezes as pessoas faziam exatamente isso comigo (algumas até hoje): fingem que eu não existo.
Então vamos todos! Continuem fingindo que eu não existo!
Quando precisei de um ombro para chorar, só encontrei o nada.
Quando precisei de um abraço, só encontrei o vazio.
Quando precisei apenas de um sorriso, encontrei o desprezo.
Eu ofereci uma simples rosa. Era o que eu tinha de mais belo, puro, ingênuo, verdadeiro, sincero e perfeito em mim.
Ganhei em troca a verdade das palavras, e a frieza do caráter.
Que seja assim então...
Matou minha rosa,
Modificou toda minha estrutura,
Destruiu tudo, antes que eu tivesse oportunidade de terminar.
Toda mudança tem um preço.
Paguei duramente o meu: a dor de saber que por mais que se lute e sofra, no final nada vale a pena.
O tempo passa...
Perceberá que também vai pagar o seu preço...
O de descobrir que ninguém nesse mundo vai amar mais do que eu
Tarde para se arrepender,
Mais tarde ainda para voltar atrás.
Certas pessoas são condenadas por elas mesmas a morrerem sozinhas afogadas no próprio orgulho.
Me condenou a frieza dos sentimentos e a completa isenção de emoções.
E se condenou ao arrependimento.

Você não é homem de voltar atrás. Não é homem de errar, de falhar. Não é homem de faltar com sua palavra e suas promessas.
Depois disso tudo, concluo que você não é homem de nada.
Todo homem falha.
Valentes são aqueles que admitem seus erros e tentam melhorá-los.
Tolos são aqueles que pensam que tem razão em tudo e estão sempre certos.

Se existe algo pior nesse mundo não é a solidão de ser deixada para trás.
É saber que você perdeu o que tinha de mais bonito em si mesmo em nome de uma mentira.

Kelly Christine